Duas notícias se destacaram hoje (17 de novembro) na mídia brasileira.
A primeira realçada por uma foto em que Lula aparece de cabeça e barba raspadas, se preparando para a segunda fase do tratamento contra o câncer.
A segunda mostra o choro da presidente Dilma ao receber grupo de parlamentares no Palácio do Planalto e assinar lei que facilita o acesso de pessoas especiais a uma série de serviços e benefícios.
Aos poucos, o Brasil vai mudando e até a imprensa aprende a se humanizar diante de provas de sensibilidade e coragem.
Espaço para discutir ética, política e vida! O Conspiração Democrática continua antenado para discutir o Brasil e o mundo. Aqui são permitidas postagens para que outras pessoas possam emitir suas opiniões. Definitivamente, todo e qualquer espaço que surja como alternativa ao que se publica hoje na mídia brasileira é válido. Entre, a casa é sua. E o espaço é nosso. Comente, concorde, discorde, dê uma outra opinião. Afinal, democracia se constrói no dia-a-dia.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
À beira do caos...
O Rio de Janeiro vende uma imagem para o exterior que não é vivenciada pelos habitantes da cidade. As propaladas UPPs exigem a contratação de mais policiais, enquanto aumenta a incidência de assaltos nas ruas e o número de assassinatos não esclarecidos.
Enquanto isso, os hotéis da cidade têm alcançado índice recorde de ocupação ao mesmo tempo que as obras para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 claudicam.
Contraditoriamente, os governos disponibilizaram cerca de R$ 1 bilhão para a reforma do Maracanã, enquanto o atendimento no setor de saúde se deteriora a cada dia.
Também não existe um projeto claro para a Educação e os profissionais da área continuam mal remunerados. O resultado imediato é que todo ano os alunos da rede pública ficam meses sem aulas. O resultado ao longo dos anos?
A falta de investimento em Educação já tem seus reflexos. Num país com quase 200 milhões de habitantes, o jornal mais vendido no País não atinge 400 mil exemplares/dia... E pensar que por volta de 1950 a revista "O Cruzeiro" tinha uma tiragem de 500 mil exemplares.
A situação é caótica e os partidos políticos não têm projetos que estimulem e tranquilizem uma população cada vez mais descrente na política e que procura cada um sua própria solução.
Existe melhor descrição para o caos?
Enquanto isso, os hotéis da cidade têm alcançado índice recorde de ocupação ao mesmo tempo que as obras para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 claudicam.
Contraditoriamente, os governos disponibilizaram cerca de R$ 1 bilhão para a reforma do Maracanã, enquanto o atendimento no setor de saúde se deteriora a cada dia.
Também não existe um projeto claro para a Educação e os profissionais da área continuam mal remunerados. O resultado imediato é que todo ano os alunos da rede pública ficam meses sem aulas. O resultado ao longo dos anos?
A falta de investimento em Educação já tem seus reflexos. Num país com quase 200 milhões de habitantes, o jornal mais vendido no País não atinge 400 mil exemplares/dia... E pensar que por volta de 1950 a revista "O Cruzeiro" tinha uma tiragem de 500 mil exemplares.
A situação é caótica e os partidos políticos não têm projetos que estimulem e tranquilizem uma população cada vez mais descrente na política e que procura cada um sua própria solução.
Existe melhor descrição para o caos?
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A voz de Lula
Ele não é cantor, nem locutor e muito menos ator, mas a voz de Lula ou as eventuais sequelas que podem afetar sua voz após a quimioterapia a que está sendo submetido para tratar o câncer na laringe, são a principal preocupação de aliados e adversários.
domingo, 10 de julho de 2011
Palavra proibida...
Se tem palavra que os neoliberais temem essa é estatização.
Durante toda a série de "bueiros" (ou câmeras subterrâneas) ninguém levantou a questão da evidente deterioração da qualidade de atendimento à população após a privatização.
Energia é setor estratégico e tem de ser controlado pelo Governo, mas em todo este imbroglio a Anatel não deu as caras nem se pronunciou.
A carioca Light está hoje sob controle da estatal mineira Cemig que, por sua vez, é dominada pelos tucanos.
Depois de uma série de explosões, a CEG (privatizada e sob direção de espanhóis) também entrou na roda. Foi detectada forte presença de gás nas câmeras subterrâneas, mas até agora não se tem um laudo conclusivo.
De certo, o temor da população e o risco a que estão expostos os trabalhadores.
O Estado? Ah! Num país em que a mídia impõe o neoliberalismo e boicota qualquer opinião contrária, cada um leva o seu e o povo que se dane... Se é que me entendem...
Durante toda a série de "bueiros" (ou câmeras subterrâneas) ninguém levantou a questão da evidente deterioração da qualidade de atendimento à população após a privatização.
Energia é setor estratégico e tem de ser controlado pelo Governo, mas em todo este imbroglio a Anatel não deu as caras nem se pronunciou.
A carioca Light está hoje sob controle da estatal mineira Cemig que, por sua vez, é dominada pelos tucanos.
Depois de uma série de explosões, a CEG (privatizada e sob direção de espanhóis) também entrou na roda. Foi detectada forte presença de gás nas câmeras subterrâneas, mas até agora não se tem um laudo conclusivo.
De certo, o temor da população e o risco a que estão expostos os trabalhadores.
O Estado? Ah! Num país em que a mídia impõe o neoliberalismo e boicota qualquer opinião contrária, cada um leva o seu e o povo que se dane... Se é que me entendem...
sábado, 2 de julho de 2011
Compromisso maior
Eu não tenho nenhum compromisso com a coerência por questões de sobrevivência.
Aliás, sobrevivi a desilusões, traições e violências. Estas, maiores ainda porque encobertas num país em que os racistas não se assumem, mas praticam a discriminação muitas das vezes dissimulada por discursos liberais.
Falo isso porque a morte de Itamar Franco (um presidente por acaso) num País de democracia ainda titubeante porque suas instituições não são democráticas, seus governantes não são democratas e, principalmente, sua Justiça atende aos poderosos e pune os oprimidos.
A pequenez de Itamar se somou à de FHC para criar o Plano Real (de que tanto os neoliberais brasileiros se orgulham).
Para quem não tem memória, vale lembrar que isso custou a divisão dos bens da camada mais pobre do Brasil por 2.750. Isso custou o real para quem é pobre no Brasil.
Mais que isso, FHC urdiu um plano maquiavélico com a classe dominante, congelando os preços em alta e os salários em baixa.
Isto é o Plano Real.
Esta é a grande obra de Itamar, que o medíocre FHC tenta surrupiar.
E é esse engodo que a grande imprensa quer impor ao povo brasileiro.
Meus respeitos à memória de Itamar, um vice que se tornou presidente e se deixou envolver por neoliberais que criaram o real sem pensar no povo, que só no governo Lula readquiriu parte do seu poder de compra.
O povo merece mais.
Merece a glória de carregar nas costas uma elite podre, incompetente e corrupta, que há séculos impede o Brasil de cumprir o seu destino de grande nação.
terça-feira, 28 de junho de 2011
FHC é corno
O castigo vinha a cavalo. Depois, por fax. E agora, ao que parece, por
e-mail.
FHC, aquele mesmo que queria vender o Brasil para o capital
estrangeiro e escondia uma amante jornalista no exterior durante seu
mandato, é corno.
Tá na coluna do Ancelmo Gois de hoje (28 de julho) de O Globo.
O filho que FHC teve com a jornalista Miriam Dutra (que foi bancada
por ele por anos na Europa quando era presidente, ou seja, com nosso
dinheiro) não é dele.
FHC registrou o menino em cartório, em Madri. Agora, um exame de DNA
mostrou que o filho não é dele.
e-mail.
FHC, aquele mesmo que queria vender o Brasil para o capital
estrangeiro e escondia uma amante jornalista no exterior durante seu
mandato, é corno.
Tá na coluna do Ancelmo Gois de hoje (28 de julho) de O Globo.
O filho que FHC teve com a jornalista Miriam Dutra (que foi bancada
por ele por anos na Europa quando era presidente, ou seja, com nosso
dinheiro) não é dele.
FHC registrou o menino em cartório, em Madri. Agora, um exame de DNA
mostrou que o filho não é dele.
sábado, 18 de junho de 2011
Abel chegou e o Flu...
A fixação do atual presidente do Fluminense por Abel Braga deve ter alguma explicação freudiana, mas futebolística parece que não.
Assim que assumiu, o presidente do Fluminense bateu de frente com Muricy Ramalho, técnico vitorioso e altamente profissional que cometeu o crime de cobrar da direção do clube uma estrutura decente para trabalhar.
O presidente se desfez de Muricy e contratou um interino fixo (eu não estou louco, é isso mesmo, interino fixo).
Resultado: perdeu o Campeonato Carioca e foi eliminado da Taça Libertadores, enquanto Muricy foi para o Santos, onde ganhou o Campeonato Paulista e classificou o time para as finais da Libertadores.
Começou o Campeonato Brasileiro e nada de Abel, mas o time ganhou com o interino fixo, o que parece ter aborrecido Abel, que mandou das Arábias seu auxiliar para botar ordem no Fluminense.
E finalmente Abel chegou. E pra mostrar serviço modificou o time, barrou alguns, promoveu outros e... o time perdeu as duas primeiras partidas sob sua direção.
Valeu a pena esperar? O tempo dirá, mas se não vierem os resultados o presidente e Abel vão sofrer muitas pressões, que parecem ter começado ao final do jogo com o Bahia, quando a torcida vaiou o time.
Definitivamente, coerência e organização não fazem parte do mundo do futebol. Pelo menos no Brasil.
Assim que assumiu, o presidente do Fluminense bateu de frente com Muricy Ramalho, técnico vitorioso e altamente profissional que cometeu o crime de cobrar da direção do clube uma estrutura decente para trabalhar.
O presidente se desfez de Muricy e contratou um interino fixo (eu não estou louco, é isso mesmo, interino fixo).
Resultado: perdeu o Campeonato Carioca e foi eliminado da Taça Libertadores, enquanto Muricy foi para o Santos, onde ganhou o Campeonato Paulista e classificou o time para as finais da Libertadores.
Começou o Campeonato Brasileiro e nada de Abel, mas o time ganhou com o interino fixo, o que parece ter aborrecido Abel, que mandou das Arábias seu auxiliar para botar ordem no Fluminense.
E finalmente Abel chegou. E pra mostrar serviço modificou o time, barrou alguns, promoveu outros e... o time perdeu as duas primeiras partidas sob sua direção.
Valeu a pena esperar? O tempo dirá, mas se não vierem os resultados o presidente e Abel vão sofrer muitas pressões, que parecem ter começado ao final do jogo com o Bahia, quando a torcida vaiou o time.
Definitivamente, coerência e organização não fazem parte do mundo do futebol. Pelo menos no Brasil.
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O guardião do espaço...
No meu local de trabalho num dos raros momentos de calmaria. O clik é do companheiro Claudionor Santana
Quem sou eu
- Conspiração Democrática
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Jornalista e escritor, com passagens por jornais como Última Hora, Jornal do Commercio, O Dia e O Globo, atualmente sou Assessor de Comunicação do Sintergia (Sindicato que representa os trabalhadores do Setor Elétrico do Rio de Janeiro).